Todos precisam de uma falta de reconhecimento para fazerem eclodir o que têm de melhor

a-fotografia-do-fisico-alemao-albert-einstein-1879-1955-ganhador-do-premio-nobel-de-fisica-em-1922-mostrando-a-lingua-e-classica-1424796082943_200x285Walt Disney foi despedido de um jornal por “falta de imaginação” e por “não ter ideias originais.”

Albert Einstein começou a falar com quase quatro anos de idade e sua professora disse à família que “ele não seria grande coisa.”

Oprah Winfrey perdeu seu cargo no jornal para uma nova âncora, pois “ela não se encaixava na televisão.”

Michael Jordan, após ser cortado do time de basquete do colégio, trancou-se no quarto e chorou durante horas.

Os Beatles foram rejeitados pelos donos de uma gravadora, pois não gostaram do som e disseram que eles “não teriam futuro no show business.”

Jakob Freud, a respeito de seu filho de 8 anos, Sigmund Freud, desferiu: “Esse menino não vai dar em nada.”

Louis Spohr, violinista e compositor alemão, comentando a primeira apresentação da Quinta Sinfonia, de Beethoven, em 1808, disse: “É uma orgia de sons vulgares.”

Johann Adolf Scheibe, compositor e crítico de música alemão, falecido em 1776, afirmou: “As composições de Bach são desprovidas de beleza, harmonia e claridade melódica.”

Um executivo da Metro, a respeito de Fred Astaire, em 1928, pontificou: “Não sabe representar, nem cantar e é careca. Dança um pouco.”

Manet, referindo-se a Renoir, em 1864, declarou com pompa e circunstância: “Esse rapaz não tem o menor talento. Diga-lhe para desistir de pintar.”

Onde fui encontrar tantos exemplos? É que também não acreditaram no meu talento. Ajudaram-me, acusando-me, tachando, insultando, excluindo, difamando. O que eles conseguiram foi que eu encontrasse mais força dentro do peito e mostrasse a eles com quantos paus se faz uma canoa. O resultado foi o meu sucesso, prosperidade e realizações que marcaram, para sempre, o métier em que eu atuava.

Portanto, quando alguém disser que você é burro, que não tem talento, que não serve para nada, fique com bastante raiva, agarre essa energia e transforme-a em realizações e vitória. Mostre o seu valor a quem tiver cometido a injustiça. Mostre-lhe que burro foi ele, que perdeu uma bela oportunidade de ganhar dinheiro com o seu talento, com o seu projeto, com a sua ideia.

Texto extraído do novo livro “ Coisas que a vida me ensinou” do Preceptor DeRose.