Mulheres no comando?

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Mulheres no comando?

Estamos vivendo um momento novo na sociedade, onde as pessoas não são mais definidas por gênero. Existe muita liberdade de expressão. Há os que defendem suas causas fortemente. E no meio disso tudo alguns conceitos se perderam.

As mulheres que se definem feministas buscam um machismo ao contrário, uma guerra de forças entre “homem” e “mulher”.

Segundo o dicionário, o significado de Feminismo é: Doutrina cujos preceitos indicam e defendem a igualdade de direitos entre mulheres e homens; Movimento que combate a desigualdade de direitos entre mulheres e homens; Ideologia que defende a igualdade, em todos os aspectos (social, político, econômico), entre homens e mulheres.

Mas acontece que ninguém sabe como o feminismo funciona, pois nunca vivemos em uma sociedade assim.

O acervo de técnicas do DeRose Method provém de uma filosofia matriarcal, sensorial e desrepressora. De acordo com o Sistematizador DeRose, desrepressor significa que não tem foco em proibições. Orienta, mas não reprime. Sensorial significa que respeita e valoriza o corpo, sua beleza, sua saúde, seus sentidos e seu prazer. Logo, você tem liberdade total. E matriarcal, remete a sociedades primitivas que tenderam ao matriarcalismo (já as patriarcais, todas foram guerreiras), ou seja, privilegiam a mãe, o carinho, o ventre, o seio, trazem uma outra forma de ver o mundo, de administrar a família, de administrar o Estado. E, sem guerras, essas culturas obviamente conseguiram dedicar seu tempo e os seus recursos econômicos à arte, à dança, à pintura, à escultura.

Além disso, um dos objetivos a longo prazo dentro do DeRose Method é o aumento da consciência, o que também colabora para incrementar a liberdade, a sensorialidade e os impulsos artísticos e culturais do praticante. Permitindo que o mesmo consiga lidar melhor com as diferenças de cada indivíduo e viver melhor em sociedade.

Quando a pessoa tem mais lucidez, a primeira coisa que ocorre é que ela vai exercer melhor o seu trabalho, a sua posição na família, o seu engajamento em qualquer ideal, seja ele político, humanitário, filantrópico, artístico, seja lá qual for. E, além do mais, ele se sente integrado. Porque quando o indivíduo ainda não tem uma consciência plena, ele acha que o mundo se divide entre eu e os outros. No momento em que a consciência se expande, ele percebe que não existe essa coisa de eu e os outros. Somos todos uma só coisa, estamos todos interligados, não apenas dentro da espécie humana, mas entre todas as espécies e com o próprio planeta, com o próprio cosmos.

Somos a favor de todos os tipos de liberdade, desde que isso não invada a liberdade do outro.

Autora: Mariana Menezes – Instrutora do DeRose Mooca

 

Fontes:
https://www.dicio.com.br/feminismo/
http://derosemethodcopacabana.rio/o-dia-da-mulher-e-a-nossa-cultura/

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