O processo de aprendizagem

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Quando criança vamos à escola para aprender a ler e escrever, depois, matemática, geografia, história, esportes, física, química, etc. Conforme vamos criando uma bagagem de conhecimento e raciocínio lógico, mais conhecimento nos é passado, como tudo que aprendemos na faculdade. Mas e depois?

Algumas pessoas nunca param de estudar, estão sempre aprendendo algo novo, seja uma língua, uma luta, culinária ou algo técnico de sua profissão.

Nesse processo todo sempre seguimos os ensinamentos de um professor, um mestre. No dicionário, a definição de mestre é: Professor de grande saber; Perito ou versado em qualquer ciência ou arte. Quem obteve esse grau por concluir um mestrado: mestre em Letras. Oficial graduado de qualquer profissão: mestre pedreiro.

E depois na vida adulta, quem nos ensina a se relacionar no ambiente de trabalho? A se relacionar com o cônjuge? A saber lidar com as conquistas e frustrações da vida? Quem nos ensina a nos conhecermos?

Existe, então, uma lacuna a ser preenchida, considerando que por mais ou menos ¼ de vida temos mentores, ¾ não o temos. Tudo que aprendemos nesse ¼ é para resolvermos questões externas da vida, no trabalho, não as internas.

O DeROSE Method tem como sua principal proposta a reeducação comportamental através do autoconhecimento. Ninguém pode chegar a um adulto e dizer “seja assim” ou “faça assim” nas questões comportamentais e sentimentais da vida. Cada ser é único e vai reagir de uma maneira única a cada situação, ele deve desenvolver isso da sua maneira, através do autoconhecimento, deixando a sua essência vir à tona. Não quer dizer que saibamos como lidar com tudo isso, bem pelo contrário, temos que estar sempre atentos em como polir melhor nossa maneira de reagir ao mundo e às pessoas.

Ter um mentor, um guia, um conselheiro, também na vida adulta facilita muita o sucesso e a felicidade do indivíduo. É transformador ter alguém em quem você confia, que é um exemplo daquilo que você quer desenvolver, fazendo com que todas as barreiras de mudança sejam sucumbidas.

Se você deseja promover alguma mudança na sua vida e ainda não conseguiu, convido a você vir conhecer nossa escola e garanto que você encontrará algo com o que se identifica e, se não encontrar, nós te daremos as ferramentas para criar a sua própria, única e incrível identidade.

Esse texto é para inspirar vocês, leitores, amigos e professores. Mas também é uma grande homenagem ao nosso querido Mestre DeRose.

Autor: Mariana Menezes, instrutora DeRose Method.

Atos de Poder

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Condicionar é sujeitar a vontade a um determinismo; sugestionar, convencer, persuadir (Dicionário Houaiss). A vida humana em grupo, embora seja uma vantagem evolutiva, submete, sistematicamente, a vontade às regras e normas. Esta dominação decisivamente diminui as chances do macaco-humano manter-se conectado com sua individualidade, minando nele o impulso criativo, a coragem mamífera inata, a curiosidade congênita e as suas habilidades comunicativas.

Portanto, não devemos nos surpreender ao nos depararmos com uma espécie com tanta baixa autoestima como a nossa. De forma subliminar, é identificado na cultura humana um mecanismo inibidor para sabotar a superação dos limites.

O motivo é que esta sobrepujança aos condicionamentos representa potência e transcendência às regras e normas, sendo o indivíduo livre visto como uma possível ameaça à estabilidade individual e tribal dos membros de um determinado grupo social.

Aprender a mudar hábitos produz disciplina e resgata a vontade, conduzindo-nos a um novo degrau de comando sobre os condicionamentos, substituindo-os por novos, mais inteligentes, construindo uma espiral de gratificação, autoestima e evolução comportamental. Gera potência!

O segredo é iniciar com mudanças de hábitos aparentemente insignificantes. Mas a diferença é que, uma vez que tenhamos assumido o compromisso de realizar esta pequena mudança comportamental, jamais reproduziremos o hábito antigo.

Algumas semanas depois, com as novas atitudes sedimentadas, substituiremos alguns outros poucos comportamentos condicionados sem importância. E não repetiremos a antiga maneira de fazer aquelas coisas. Chamamos a esta nova maneira de realizar nossas tarefas de Atos de Poder.

Adotando progressivamente novos hábitos, em pouco tempo se descobrirá que o segredo de mudar um costume está em discipliná-lo. A disciplina produzirá eficácia para fazer qualquer mudança e quebrar condicionamentos repressivos, inibidores da criatividade e coragem, ampliando o espectro de oportunidades e escolhas evolutivas e inteligentes.

Um dos efeitos mais visíveis quando passamos a cultivar atos de poder, é o desabrochar da consciência de valor.

Valor é a plena consciência de nossas habilidades e talentos. Também é definido como a qualidade humana de natureza física, intelectual ou moral, que desperta admiração ou respeito; condição excepcional; talento, habilidade, maestria.

Adquirir esta consciência é conquistar conhecimento do que somos, e não apenas do que temos. Quanto mais nos conhecermos, mais valor outorgamos a cada momento da nossa vida. Tudo se torna uma experiência única de autoconhecimento, autossuperação, acordando todos os dias para novas habilidades até então desconhecidas dentro de nós.

O desdobramento desta percepção é uma elevada autoestima e o início efetivo da gestão do tempo.

Você já percebeu que a grande maioria das pessoas alega que não cuida do corpo por absoluta falta de tempo? Pois com a administração do tempo criamos um espaço na nossa agenda de compromissos e tarefas para prestar atenção no nosso organismo, conquistando a tão almejada, falada e pouco cultivada qualidade de vida.

Desta forma, criamos um círculo virtuoso dos atos de poder, numa espiral ascendente de evolução, saúde, controle de stress, elevada autoestima, percepção de valor e autoconhecimento.

 

* Textos extraídos do livro Administração do Tempo, do Prof. Joris Marengo.

O Poder dos Hábitos e Condicionamentos

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O Poder dos Hábitos e Condicionamentos

 

Por que somos condicionados?

Na natureza, todo condicionamento tem o intuito de manter o bom funcionamento biológico de cada indivíduo e de toda uma espécie, garantindo-lhe sobrevivência e reprodução.

Recebemos, no nascimento, um kit de condicionamentos genéticos inatos, que permitem a continuidade da vida para a maioria de bebês humanos. Depois, pais, irmãos, amigos e preceptores continuam os nossos processos para o condicionamento, denominado de educação.

A função dos condicionamentos é preditiva: serve para antecipar a resposta de prazer ou alertar sobre plausíveis perigos, ou seja, de garantir que continuemos vivos.

Eles serão sempre moldados pelo local, tempo e grupo cultural. Tem, entre outros empregos, garantir o ajustamento do indivíduo ao meio social, de forma que este lhe garanta segurança e proteção.

Um condicionamento novo é neurologicamente, um reflexo condicionado temporário e que, se considerado importante, será reproduzido tantas vezes quanto acharmos necessário, consciente ou inconscientemente. Tornar-se-á então um reflexo condicionado duradouro. A partir daí, poderemos voltar-nos para outros aprendizados, pois este já está inserido, transformando-se num hábito.

O hábito

Os hábitos, bons ou ruins, preenchem uma série inumerável de necessidades humanas, físicas e psíquicas, reais ou imaginárias, que integram a existência. Automatizados, regem o nosso cotidiano e deixam a vida mais fácil, possibilitando que possamos fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, como por exemplo, dirigir, ouvir rádio e ainda conversar.

A desvantagem do hábito é que uma vez assimilado, treinado, ele molda o nosso comportamento, ou seja, fazemos, pensamos, sentimos e cremos sempre do mesmo jeito. E resistimos conscientes, mas principalmente inconscientemente, às mudanças.

As Práticas do dia-a-dia estimulam novos condicionamentos, alterando hábitos arraigados, que resistirão bravamente a serem substituídos por outros mais inteligentes.

O círculo vicioso do hábito

Imaginemos uma situação na qual queremos emagrecer. E resolvemos que a melhor forma é a adoção de uma dieta alimentar de baixo consumo calórico combinada com atividade física moderada. Esta associação normalmente funciona muito bem para quem deseja perder peso.

Como primatas inquietos e curiosos que somos, adoramos novidades. Por isso, os primeiros dias de dieta correm maravilhosamente bem. Sentimo-nos felizes e orgulhosos de nossa determinação, disciplina e os resultados já podem ser notados.

Porém, alguns dias depois, alguns velhos hábitos estabelecidos, sentindo-se ameaçados, encetam a manifestar-se. Para isso, utilizam-se de um artifício sutil, discreto, mas poderoso: a exceção.

É quando condescendemos, e comemos uma pequena guloseima. Aliás, duas guloseimas, pois elas são umas delícias e são tão pequenas. “Com certeza, não influenciarão na dieta.” – nos enganamos. E depois, está muito calor e os amigos convidaram-me para um happy hour. – “Segunda-feira eu volto a caminhar e fazer a dieta.”

E assim, os antigos hábitos voltam a dominar a cena comportamental. Consciente, e mais ainda inconscientemente, todas as vezes que desistimos de uma resolução, como da adoção de novos hábitos que consideramos mais inteligentes, o resultado é uma grande frustração e, consequentemente, a redução da autoestima. Isto gera um círculo vicioso comportamental que reforça a estagnação, a resistência à mudança e a conservação dos hábitos arraigados.

* Textos extraídos do livro Administração do Tempo, do Prof. Joris Marengo, que é o ministrante do curso e também da palestra sobre Intuição, a nova ferramenta nos negócios, que ocorrerá dia 6 de outubro às 11h, na Escola DeROSE Mooca.

Intuição

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Intuição

A definição de Intuição, segundo o Dicionário Aurélio, é a Capacidade para entender, para identificar ou para pressupor coisas que não dependem de um conhecimento empírico, de conceitos racionais ou de uma avaliação mais específica. Conhecimento claro, direto, imediato da verdade sem o auxílio do raciocínio.

Intuição é quando você acessa um canal que está acima da razão, normalmente isso acontece em alguns lapsos a qualquer momento do dia. E com isso você toma conhecimento de algo que não existe nenhuma explicação lógica, mesmo você tentando racionalizar sobre o assunto em questão.
Ouvir a intuição e imediatamente, sem racionalizar, colocar em prática o que foi intuído, não tem preço!

A vida entra numa sintonia perfeita e uma avalanche de soluções aparece para a questão em si. Os caminhos se abrem e ficamos pasmos com a nossa capacidade de desenhar o futuro de uma forma inteligente e precisa.

Basta usar a ferramenta certa para cada função, “não adianta querer usar um martelo para apertar os parafusos”.

É importante que saibamos usar nossas ferramentas para seus devidos fins. O corpo físico executa as ações. O emocional sente, motiva, empolga. O mental planeja o que vai ser executado. O intuicional intui e direciona o caminho para o nosso propósito.

Querer compreender a intuição com a mente racional é usar uma ferramenta para um fim que ela não está destinada.

A intuição nos proporciona momentos de muita lucidez, onde você chega cada vez mais perto daquilo que almeja.

Com o DeROSE Method você desenvolve técnicas que ampliam cada vez mais sua capacidade de intuir e talvez, mais importante ainda, saber ler essa mensagem da intuição. Mas não pense nos atalhos, é um processo que leva algum tempo, como qualquer coisa que você queira aprimorar na sua vida.

Aprenda mais sobre intuição na palestra que ocorrerá no dia 6 de outubro na nossa escola, com o expert no assunto, Jóris Marengo.

Referências:

http://www.metododerosecampinas.com.br/blog/ouca-a-intuicao-e-nossa-maior-forca/

https://www.dicio.com.br/intuicao/

 

Evoluímos com a convivência

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Evoluímos com a convivência

Nenhuma experiência de plenitude é possível sem que conheçamos pessoas que nos mostrem o caminho até lá, que nos sirvam de exemplo, que nos inspirem a expandir as raízes do conhecimento da realidade, aprender coisas novas, aprimorar nosso jeito de ser com entusiasmo e alegria, evoluir para outro patamar de realização e autoconhecimento, e compartilhar generosamente nosso aprendizado.

Na maioria das vezes, temos metas que dependem quase exclusivamente de nós mesmos para que sejam alcançadas. E isso faz com que nos tornemos, de uma certa maneira, individualistas, pois pensamos no que temos que fazer dentro do nosso mundo. Mas com a maturidade, acabamos percebendo que com a ajuda dos que estão à nossa volta nos desenvolvemos muito mais. Às vezes, até mudamos alguns objetivos, pois percebemos, através do grupo, que as nossas próprias necessidades mudaram.

Dentro da filosofia DeROSE Method, o ensinamento dos conceitos de reeducação comportamental é passado pela convivência nas atividades culturais e sociais das escolas, alguns exemplos são: reuniões para estudo, leitura, tertúlias, saraus, mostras de vídeo, degustação, cursos, festas, eventos, passeios, viagens, festivais, concertos, exposições, jantares, teatro, entre várias outras. Nessas atividades culturais o aluno novo observa e aprende como os mais antigos se comportam. Nota que ninguém fuma, nem toma álcool, nem usa drogas. Percebe que nossa maneira de agir e de lidar com as pessoas é extremamente educada, afetuosa e que cultivamos as boas relações humanas como estilo de vida.

E algo muito incrível que acontece nas escolas, não existe competição entre os alunos. Todos ficam felizes com as novas conquistas do outro, mesmo sendo um aluno antigo que ainda não conquistou determinada técnica que o novato conseguiu. Fortalecendo o fato da força do grupo na busca da evolução. Nada inspira mais do que estar junto de centenas de pessoas, lindas por dentro e por fora, modelos de tudo que é bom no ser humano.

A maior prática de aperfeiçoamento é a convivência. Se um dia nos fosse retirado o direito à nossa prática de técnicas, ainda assim estaríamos evoluindo, pois temos uns aos outros, e continuaríamos a aprimorarmos pelo exemplo. Baseado no pensamento de Jóris Marengo, que resume perfeitamente o poder e a força do grupo que se une para um determinado fim.

E você, convive com pessoas que te inspiram?

https://www.metododerose.org/blogdoderose/metododerose-2/os-conceitos-sao-transmitidos-pelo-exemplo-na-convivencia/

Foco X Emoção

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Foco X Emoção

Atualmente, o ser humano vive no seu dia-a-dia entre diversas preocupações e distrações: as metas a cumprir no trabalho, o trânsito, contas a pagar, mídias sociais para acompanhar… E buscamos cada vez mais tarefas, como se isso fosse o padrão para ser aceito na sociedade como bem-sucedido. Mas ai entramos nesse flow e já nem sabemos o porquê estamos fazendo tal tarefa e muito menos o que realmente queremos fazer de nossas vidas.

Até que o cidadão se apaixona e tudo vai por água a baixo.

Paixão nova tira o foco de qualquer um. Você vive avoado, atento só ao celular pra ver se, enfim, sua mensagem recebeu uma resposta. E nesse mundo da emoção não sobra muito espaço para se dedicar às suas tarefas.

Segundo pesquisa de psicólogos da Universidade de Maryland (EUA) e Universidade Leiden (Holanda), “Altos níveis de paixão em indivíduos que estão no começo de um relacionamento romântico são associados com menor controle cognitivo”. Ou seja, os apaixonados pensam tanto no novo amor que a habilidade de concentração vai lá pro chão – aí fica mais difícil fazer qualquer tarefa, estão agindo puramente através das emoções.

Os resultados de Henk van Steenbergen e seus colegas diferem dos resultados de estudos anteriores.

Esses estudos anteriores concluíram que a capacidade de ignorar informações que distraem é necessária para manter um relacionamento romântico de longo prazo.

Segundo essa interpretação, ser capaz de controlar a si mesmo – também chamado de “controle cognitivo” – e resistir às tentações que poderiam ameaçar o relacionamento é tido como essencial no amor a longo prazo.

Van Steenbergen enfatiza que a ligação entre o amor romântico e o controle cognitivo ainda é uma área recente de pesquisas, o que pode justificar as confusões nas interpretações.

“A razão pela qual o amor romântico está associado com o controle cognitivo ainda é desconhecida. Pode ser que os amantes usem todos os seus recursos cognitivos para pensar sobre sua amada, o que os deixa sem recursos para executar uma tarefa chata. Pode ser também que a associação vá no sentido oposto: as pessoas que têm reduzido controle cognitivo poderiam experimentar sentimentos de amor mais intensos do que as pessoas que têm níveis mais elevados de controle cognitivo,” considera ele.

Pesquisas futuras poderão trazer novas interpretações sobre o assunto.

E como mudar essa percepção? Simples, com foco! Não é deixar de se divertir. É conseguir atingir uma concentração tão superlativa, que qualquer atividade seja produzida no menor tempo possível, com qualidade e sem gerar stress. Quando treinamos (e praticamos) a concentração, tudo, inclusive o lazer, é executado com o máximo de eficiência, produzindo uma sensação de estar vivendo a vida de forma plena e sem desperdícios.

Quando agimos sob influência das emoções, não raciocinamos tão bem, agimos sem pensar. Só que mesmo quando pensamos, também erramos bastante, basta lembrar quantas vezes você errou uma conta de matemática simples. A mente humana é dispersa e confusa por natureza, principalmente quando tem a interferência do ego e das emoções, que distorcem os estímulos.

Todos sabem que uma mente focada é capaz de maior capacidade de realização e de aprendizado, mas o que mais? É com a estabilidade mental que iremos acessar o próximo degrau da evolução humana. No passado éramos como os animais, muito instintivos (emocionais) e pouco racionais. Com o passar dos milênios, desenvolvemos o cérebro e a capacidade de raciocínio. Seguindo esse caminho, nos próximos milênios vamos aprender a usar menos a razão e mais a intuição, fenômeno que acontece naturalmente quando conquistamos estabilidade corporal, emocional e mental.

Por isso, se você quer treinar foco, concentração e meditação não funciona se não conquistar primeiro o conforto do corpo e a administração das emoções. É preciso adotar um sistema completo, que trabalhe o físico, a concentração e o emocional, não se pode negligenciar nenhuma destas áreas sob o risco de comprometer todas as demais, só assim você conseguirá parar o pensamento e acessar a fonte das intuições e do conhecimento sempre que desejar. A consequência? Alta Performance, gerenciamento das emoções, maturidade, progresso e prosperidade!

Uma neurocientista da Universidade de Harvard realizou uma extensa pesquisa sobre os efeitos da meditação. Ela usou scanners cerebrais e o que encontrou realmente a surpreendeu positivamente. A meditação realmente modifica seu cérebro! Imagina ter o controle das suas emoções?

O praticante de meditação aumenta o tamanho da massa cinzenta do cérebro em algumas regiões, como o córtex sensorial, o que aumenta a sua capacidade de se tornar mais presente na vida e de ser mais consciente de si mesmo. Também aumenta o córtex frontal que é responsável pela memória, foco e a capacidade de uma melhor tomada de decisão. Eles também perceberam que o praticante ganha uma maior capacidade de reduzir o stress e a ansiedade.

Sabe-se pela ciência que o córtex frontal diminui com o envelhecimento, mas uma pessoa de 50 anos que pratica meditação tem o córtex frontal com o mesmo tamanho que uma pessoa comum de 25 anos de idade. Isso é realmente incrível!

Como conclusão, o estudo mostrou que 2 meses de treinamento são suficientes para começar a aumentar certas regiões do cérebro.

Enfim, estar apaixonado é muito bom. Imagine estar vivendo o ápice da emoção e ainda conseguir manter a sua rotina, perder horas namorando, mas não perder a produtividade no trabalho, e ainda ter mais energia para praticar as tarefas do dia-a-dia. Aprenda a canalizar essa energia para onde você desejar. Através do foco, concentração e meditação você desenvolve o poder, autocontrole, administração das emoções e conflitos.

Venha aprender mais sobre isso na palestra “Foco e Concentração”, dia 29 de agosto, às 21h na nossa DeROSE Mooca.

Vejo no vídeo o DeRose falando sobre mudar o foco: https://www.youtube.com/watch?v=iljZFJZ6vDw

Referências:

http://www.derosecasapaulista.org/estilo-e-qualidade-de-vida/concentracao-e-foco-torne-se-consciente-de-suas-acoes/

http://metododerosevilamariana.com.br/foco-meditacao

https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=foco-amor-apaixonados-nao-se-concentram&id=9339

Estar apaixonado atrapalha seu trabalho

Os aliados da concentração

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Os aliados da concentração

Concentração

Concentração é a habilidade que todo ser vivo tem de manter a sua atenção focada sobre o que desejar pelo tempo que ele determinar. Este atributo aprimorou-se no Homem e, adicionado à sua capacidade criativa e ao trabalho cooperativo, transformou-o num adversário formidável para as demais espécies, caça ou predador.

concentração indica a qualidade individual de perceber simultaneamente os estímulos provenientes da realidade externa, tais como sons, movimentos e aromas, e interna, como sentimentos, ideias e reflexões, combinando-os ou não. Quanto mais desenvolvida for esta capacitação, maior as possibilidades de sucesso evolutivo de um mamífero, pois conseguirá identificar uma ameaça ou uma oportunidade com muita antecedência.

Os aliados da concentração

Existe um pequeno número de atributos, de atitudes, que quando exercitados continua-mente, funcionam como um substrato energético, uma fonte de poder pessoal, ampliando nossos níveis de impecabilidade e autoestima, alavancando nossa capacidade de realização, gestão de tempo e pessoas, habilidades de negociação, qualidade de vida e competitividade.

Estas atitudes destravam potencialidades adormecidas, acordando-nos para uma nova realidade de oportunidades e possibilidades, onde a concentração se torna uma habilidade natural:

Disciplina

Consiste em obediência à regras de cunho interior; firmeza, constância. Significa adotar um novo comportamento, mais inteligente e competitivo, e mantê-lo até tornar-se um hábito.

Tradicionalmente, inícios de semana, mês e ano são os períodos escolhidos pelo Homo urbanus para realizar mudanças de hábitos. Sua carga simbólica insufla uma disciplina que perdura até às quartas-feiras para depois soçobrar devido à força inconsciente dos velhos costumes arraigados.

Devemos entender que a disciplina é a adoção de uma atitude sem data para iniciar. Está muito mais conectada ao poder que ele pode e deve exercer sobre cada instante do seu cotidiano, aplicando determinação sobre as milhares de ações condicionadas que envolvem a vida afetiva, relacional, saúde e trabalho.

Ao praticar a vontade sobre uns poucos comportamentos condicionados, modificando-os e mantendo-os através da disciplina, aqueles transformam a substituição de hábitos num hobby, um passatempo, o que convenhamos, deixará seu dia-a-dia mais divertido, criativo e inovador. Assim, sua visão sobre o cotidiano muda, pois incluirá novas e sucessivas oportunidades de aprendizado e crescimento, deixando-o mais atento, focado e concentrado.

Atos de poder

Fundamenta-se na eleição de uma nova maneira de se comportar diante de um condicionamento. Inicia-se por um hábito simples, que não envolva grandes esforços e comprometimento. Que seja fácil de substituir e sobrepor disciplina. Quando o novo comportamento for inserido ao cotidiano de forma automática, estará na hora de escolher um novo modo de executar um outro hábito. Desta maneira, sucessivamente, trocaremos velhos comportamentos por novos, mais inteligentes, saudáveis, proativos e competitivos, numa espiral ascendente de alterações de conduta ilimitada.

Vitalidade física

Objetiva resgatar uma condição física de agilidade, reflexos, força e flexibilidade muitos semelhantes à de um caçador pré-histórico. Quanto mais vitalizado sentir-se, menos justificativas um ser humano criará, consciente e principalmente, inconscientemente, para não ser disciplinado e concentrado.

Na natureza, os indivíduos fisicamente mais bem condicionados atingem uma condição natural de liderança e prioridade. O Primata-sapiens acrescentou aos atributos físicos também a inteligência. Quando unimos estas qualidades à disciplina, concentração, criatividade e inovação, estaremos aparelhado-nos para atingir um grau de excelência profissional e existencial sem igual, passando a atuar como indivíduos valorizados.

Cultivando a concentração

Diante de hábitos dispersivos tão arraigados no comportamento humano, se faz necessário um treinamento de técnicas de concentração para mudar o condicionamento.

Existem técnicas diretas e indiretas para reeducar a concentração. Entre as indiretas está o exercício em manter a atenção focada sobre alguma ação, como dirigir, exercitar-se ou escrever, por exemplo. Enquanto realiza a tarefa, expande-se a consciência de maneira a acompanhar todas as qualidades, físicas, mentais, intuitivas e emocionais envolvidas na empreitada.

Este abarcamento psicofísico resulta, entre outras vantagens, o combate ao retrabalho, recondicionando-nos a executar qualquer tarefa da melhor forma possível, uma única vez. Com o tempo, isto resultará na otimização plena de tempo e energia na execução de qualquer atividade.

Os reflexos deste tipo de comportamento acabarão por remodelar indiretamente o cérebro do indivíduo, induzindo-o a manter-se sempre focado.

Para exercitar diretamente concentração, necessitamos bloquear algum pequeno tempo diário e imobilizar confortavelmente seu corpo, extraindo as tensões, aquietar as emoções com a equalização respiratória e alinhar as ondas mentais com os exercícios como manter a atenção sobre uma única imagem mental durante alguns minutos. Esta combinação técnica atua diametralmente sobre o cérebro, modificando-o e, com isso, substituindo os hábitos mentais dispersivos por um comportamento focado.

Mas o segredo está na disciplina. É o costume de executar diariamente os novos modelos de comportamento que induzirão o corpo e psiquismo a adotá-los definitivamente.

Aproveite para conhecer mais sobre o tema na palestra que ocorrerá na escola no dia 29 de agosto de 2018, às 21h, sobre Foco e Concentração.

 

Fonte: http://www.jorismarengo.com/2018/05/22/os-aliados-da-concentracao/